[Empresas Aéreas] Alitalia – Itália

Alitalia

A Alitalia iniciou suas operações após a II Guerra Mundial utilizando aeronaves Douglas DC-4 e Lancastrians. Em maio de 1948 iniciou os vôos entre Roma – Dakar – Natal – Rio de Janeiro – São Paulo – Buenos Aires. 

Em 1957 adotou o nome Alitalia e aeronaves Convair 340 e Douglas DC-6 foram adicionadas a frota. A frota ganhava reforços com os Douglas DC3, DC7, e Viscounts. A empresa utilizou várias aeronaves Viscount e após vários Caravelles e DC-8-43, DC-8-62 e DC-9-32.

Os Boeing 747 e DC-10 vieram para substituir osDC-8-62 nas rotas de longa distância e os Boeing 727 e Airbus A300 substituíram os Caravelles. Nos anos 80 os McDonnell Douglas MD-80 substituíram os Douglas DC-9-32 e DC-9-80. Sendo assim, em 1984 sua frota estava composta por 11 Boeing 747-200, 18 Douglas DC-9-32, 19 Douglas DC-9-82, 3 Douglas DC-10-30 e 8 Airbus A300.

A Alitalia foi a primeira empresa aérea do mundo a encomendar, em 1990, o Airbus A321. A empresa encomendou 20 aeronaves. Neste ano a empresa operava três vôos semanais para o Brasil. Em 1993 o número de vôos saltou para 5 semanais, agora operados com os McDonnell Douglas MD-11. Em 1995 voltou a operar com o Boeing 747-200 na rota. Em 1999, com o crescimento de demanda, a Alitalia passou a operar três võos semanais na rota Rio de Janeiro – Roma com McDonnell Douglas MD-11 e seis vôos semanais com o Boeing 767-300ER na rota São Paulo – Roma.

Em 2003 a Alitalia passou a operar de São Paulo para Milão, cinco vezes por semana e de São paulo para Roma, duas vezes por semana com o Boeing 767.

Em 2 de Novembro de 2003 o Boeing 777-200 veio substituir o Boeing 767-300ER nestas rotas. Em janeiro de 2004 uma greve dos trabalhadores da empresa chegou a cancelar 364 vôos.

 
Web Site
http://www.alitalia.com.br
Fundação
1946
Controle
62% Governo, 38% investidores privados
Participação
100% na Alitalia Express e Eurofly
Alimentadora
Alitalia Express
Code Share
Air Alps, Air Malta, China Airlines, City Airlines, Cyprus Airways, JAL, Malev, Qatar Airlines, SN Brussels Airlines, Tarom
Frota Atual
12 Airbus A319-100, 11 Airbus A320-210, 23 Airbus A321-110, 12 Boeing 767-300ER, 10 Boeing 777-200ER, 05 McDonnell Douglas MD-11, 75 McDonnell Douglas MD-82
Cidades Servidas
De Milão e Roma para as cidades africanas de Accra, Algiers, Cairo, Casablanca, Dakar, Lagos, Tripoli e Tunis. Na Ásia e Oriente Médio serve Beirut, Damascus, Delhi, Dubai, Mumbai, Osaka, Tehran, Tel Aviv e Tokyo. Mais de 30 cidades na Europa, além das cidades de Boston, Chicago, Miami, Newark, New York, Toronto e Washington DC, na América do Norte e Buenos Aires, Caracas, Rio de Janeiro e São Paulo na América do Sul.
Ano Fiscal
Dezembro
Reservas
0800-7040206 e 11-3218-7610

[Empresas Aéreas] Arrow Air “Cargo” – USA

DC-10 Arrow Cargo 

A Arrow Airways iniciou seus vôos em 1946 e continuou até 1954 como charter. Em 1980 passou a servir a Força Aérea Americana em vôos charters de carga e passageiros. Em 1982 voava com Douglas DC-8 e Boeing 707 para Londres.

Em 1983 trocou o nome para Arrow Air e começou a operar charters com Douglas DC-10. Em 85 suspendeu charters de passageiros.

Em 1993 recomeçou os vôos de passageiros com Boeing 727-200, mas novamente o FAA interviu em 1995.

Em setembro de 2001 começou a operar em Campinas. Em 2002 eram dois vôos por semana na rota Miami – Manaus – Miami e três vôos por semana na rota Miami – Campinas – Miami. Um deles via Curitiba e outro via Rio. Em fevereiro de 2004 retirou os Lockheed Tristar da frota e substituiu pelos Douglas DC-10-30F.

 
Web Site
http://www.arrowair.com
Fundação
1946
Controle
100% com a Arrow Air Holdings 

Frota Atual 01 Douglas DC-10-10F, 04 Douglas DC-10-30F, 01 Douglas DC-10-40F

[Empresas Aéreas] KLM Royal Dutch Airlines – Holanda

Bom pessoal ao longo na série [Empresas Aéreas] mostramos as empresas nacionais (ativas e desativadas), a partir de hoje, vamos mostrar as empresas internacionais.

Enjoy ;)

___________________________________________________________

747 KLM

A KLM Royal Dutch Airlines é uma das mais antigas empresas aéreas mundiais. Formada em 1919 utilizava o nome de Dutch airliners em suas aeronaves Fokker F7a, F8b, F8, F18, F20 e F36. 

Em 1936 se reequipou com aviões Douglas DC-2 e DC-3 e após a II Guerra Mundial com Douglas DC-4.

A KLM curiosamente foi a única empresa a utilizar o Douglas DC-5. Os Constellations foram utilizados em linhas de longa distância, assim como Lockheed L-049 Constellation. Também foram utilizadas aeronaves Douglas DC-6, Convair 340 e Convair 440.

Em 18 de abril de 1946 a KLM inaugurou a rota Amsterdã – Zurich – Lisboa – Dakar – Natal – Rio de Janeiro com o Douglas DC-4.

Em meados da década de 50 aeronaves Douglas DC-7 entraram nas rotas de longa distância e serviram também ao transporte de carga. Em 1952 o Douglas DC-7 abriu a segunda frequencia para o Brasil na rota Amsterdã – Zurich – Lisboa – Recife – Rio de Janeiro. Em 1955 este vôo prosseguia para São Paulo (Congonhas) e Buenos Aires.

Os Super Constellations foram utilizados nas rotas das Antilhas Holandesas.

Os Douglas DC-3 foram utilizados como cargueiros até o final dos anos 60. Em meados desta década os Lockheed L-188 Electra entraram em operação nas rotas européias assim como os Vickers Viscounts.

A era a jato da KLM começou com a entrada de 8 aeronaves Douglas DC-8-50 em 1960. Em 1962 a KLM utilizou na rota Amsterdã – São Paulo (Viracopos) o Douglas DC-8-63. Em 1966 os Douglas DC-9-10 chegavam para rotas curtas. Em 1967 os DC-9-32 entregues começaram a substituir os Viscount e Electras.

Em 1970 a frota de Douglas DC-8-63 estava composta de 14 aeronaves. No início de 1970 o Boeing 747-100 entrava nas rotas de longo alcance, assim como os Douglas DC-10-30.

Os jatos DC-8, antes operados em rotas de longa distância, estavam sendo utilizados nas rotas européias até 1982, ano da chegada dos Airbus A310.

Em meados dos anos 80 os Douglas DC-9-32 começavam a ser substituídos pelos Boeing 737-500 e em 1989 os Boeing 747-200 pelos Boeing 747-400.

Em 1988 a KLM operava um vôo Amsterdã – Rio – Campinas – Buenos Aires – Santiago e outro sem a escala no interior paulista. Em 18 de maio de 1989 a KLM foi a primeira empresa européia a receber o Boeing 747-400.

Durante os anos 90 os Douglas DC-10-30 davam lugar aos McDonnell Douglas MD-11 e aos Boeing 767-300. Em 1996 a KLM operava quatro freuquencias semanais para o Brasil, com três desses vôos na rota Amsterdã – Rio – São Paulo – um na rota Amsterdã – São Paulo – Buenos Aires – Santiago com Boeing 747-400.

Em 2000 passou a operar diariamente de São Paulo para Amsterdã. Em abril de 2004 iniciou os vôos com Boeing 777-200 para São Paulo. Ainda neste ano realizou a fusão com a Air France. Em fevereiro de 2005 a revista Air Transport World, dos Estados Unidos, elegeu a Air France/KLM como a companhia aérea do ano de 2005.

Em 2005 a empresa transportou 21.510.500 passageiros com crescimento de 5,5% comparado ao ano de 2004, com média de 83,5% de aproveitamento.

De janeiro a dezembro de 2006 foram transportados 22.413.200 passageiros com crescimento de 4,2% comparado ao mesmo período de 2005 e aproveitamento de 83,7%. Em carga foram transportados 4.867.000 milhões de toneladas/quilômetro com crescimento de 0,4%.

A KLM foi a primeira companhia aérea do mundo a introduzir os Quiosques Auto-Serviço para Conexão (conhecidos pela sigla SSTK, em inglês) nos seus vôos europeus e intercontinentais. Isso permitiu aos passageiros que perderam seus vôos de conexão a imprimir um novo cartão de embarque de maneira fácil e rápida, sem a necessidade de enfrentar filas nos balcões de conexão.

Os SSTK são parte de um programa maior de cooperação entre a KLM e o Aeroporto de Amsterdã – Schiphol para otimizar a eficiência do terminal, que é um dos mais movimentados do mundo. A companhia aérea espera que isso reduza em até 80% o número de passageiros nos balcões de conexão. Essa porcentagem pode chegar a 100% a longo prazo, quando todas as companhias aéreas afiliadas da IATA adotarem o bilhete eletrônico (ou e-ticket).

 
Web Site
http://www.klm.com
Fundação
1919
Controle
96,3% com o Holding Air France/KLM e 3,7% com investidores privados
Participação
100% na KLM Cityhopper, 100% na Martinair, 30% na Braathens, 26% na Kenya Airways e 20% na KenCargo.
Alimentadora
KLM Cityhopper
Code Share
Air Europa, China Southern Airlines, Comair, Cyprus Airways, Gulf Air, Lithuanian Airlines, Malaysian Airlines, Malev , Nippon Cargo Airlines, TAM, Ukraine International
Frota Atual
10 Airbus A330-200, 12 Boeing 737-300, 13 Boeing 737-400, 07 Boeing 737-700NG encomendados, 19 Boeing 737-800, 05 Boeing 737-900, 25 Boeing 747-400, 15 Boeing 777-200ER, 02 Boeing 777-300ER + 2 encomendados, 10 McDonnell Douglas MD-11
Cidades Servidas
Africa (Abuja, Accra, Cairo, Cape Town, Dar-es-Salaam, Johannesburg, Kano, Kilimanjaro, Lagos, Malabo, Nairobi e Tripoli). Ásia/Austrália (Bangkok, Beijing, Delhi, Hong Kong, Jakarta, Kuala Lumpur, Manila, Osaka, Seoul, Shanghai, Singapore, Taipei e Tokyo). Caribe e Antilhas (Aruba, Bonaire, Curacao e St.Maarten). Europe (Mais de 40 destinos.). Oriente Médio (Abu Dhabi, Amman, Bahrain, Beirut, Damascus, Dammam, Doha, Dubai, Kuwait, Tehran e Tel Aviv). América do Sul e Central (Guayaquil, Lima, Mexico City, Paramaribo, Quito and Sao Paulo). Estados Unidos e Canada (Atlanta, Chicago, Houston, Los Angeles, Newark, New York-JFK, San Francisco, Washington, Montreal, Toronto e Vancouver).
Ano Fiscal
Março
Reservas
0800-231818 e 3258-8384

[Empresas Aéreas *Desativadas*] Cruzeiro do Sul – Brasil

dc3 cruzeirodosul

A Cruzeiro do Sul teve origem em 1927 como Syndicato Condor. Pouco depois que o Syndicato Condor mudou seu nome para Serviços Aéreos Condor Ltda. e com a demissão dos funcionários alemães, tornou-se seu presidente o Dr. José Bento Ribeiro Dantas, que ja exercia o cargo de consultor jurídico da empresa.

O nome da empresa foi mudado para Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul Ltda em janeiro de 1943, como vimos, e em fevereiro o primeiro DC-3 chegou ao Brasil para demonstrações. Em março o avião voltou aos Estados Unidos, mas levando como passageiros o Dr. Jose Bento Ribeiro Dantas e o Engenheiro L. Amorim, já para fazer o curso de manutenção do aparelho. No fim do mesmo mês o Dr. Bento Ribeiro assinou o contrato de compra do avião e de treinamento de 25 técnicos brasileiros.

O primeiro DC-3 chegou ao Brasil no dia 24 de setembro de 1943, trazendo peças de reposição, e os outros três antes do fim do ano. Urn deles recebeu o prefixo PP-CBT e o nome América do Norte.

O novo aviao começou a operar no Aeroporto Santos Dumont, no Rio, mas, como os aparelhos usados ate entao eram hidroaviões, enquanto não foi montada uma base de manutenção no aeroporto era ele levado, em uma espécie de ferry-boat, até a base situada no Caju, na Baia da Guanabara.

Com algumas dificuldades em operar o DC-3 o Junkers JU-52/3ms realizou vôos entre Porto Velho e Boa Vista. No final de 1944 de Manaus – Boa Vista – Santa Elena – Ciudad Bolivar -Caracas. Em 1945 resultou no vôo Rio – Caracas em conjunto com a Linea Aeropostal Venezoelana.

Em 1985 transportou 2.272 milhões de passageiros com 63,9% de aproveitamento em suas 14 aeronaves. Em 1986 este número subiu para 2.582.743 passageiros nas linhas domésticas.

Em 1986 sua frota estava composta por 2 Airbus A300B4, 6 Boeing 727-100 e 6 Boeing 737-200 com 76% de aproveitamento nos vôos domésticos e 71% nas linhas internacionais.

Em 1987 operava internaacionalmente nas cidades de Buenos Aires, com Airbus A300, no vôo CZS 930, e também para Montevideo, no Uruguai, La Paz e Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, Iquitos, no Peru, Paramaribo e Caiena, nas Guianas, e Barbados e Port of Spain, alcançando 60% de aproveitamento nestas rotas e 69% nas linhas domésticas.

Em 1988 a empresa chegou a Puerto Ordaz, na Venezuela, e transportou 2.676.099 passageiros em suas linhas domésticas. Em março vendeu um de seus Airbus A300B4.

A300 cruzeiro

Em 1992 a Fundação Rubem Berta incorporou todas as ações da Cruzeiro do Sul, das quais tinha 77% e 99% das ações com direito a voto. 1º de janeiro de 1993 a Cruzeiro deixou de existir oficialmente.

Fundação 1927 – 01/01/1993

[Empresas Aéreas *Desativadas*] Transbrasil Linhas Aéreas – Brasil)

transbrasil 767  

Nasceu em junho de 1972 como Transbrasil S/A Linhas Aéreas, mas sua história pode ser lida antes com a Sadia Transportes Aéreos.

Em 18 de junho de 1983 a empresa recebeu o Boeing 767-200. Em julho de 1983 a empresa começou a efetuar vôos charters para os Estados Unidos. A Transbrasil transportou em 1984 a marca de 2 milhões de passageiros e em 1985 aumentou para 2.290 milhões.

Em 1985 efetuou vôos charters para as Bahamas com o Boeing 707. A frota da empresa naquele ano estava composta por 7 Boeing 707-320, 2 Boeing 707-320F, 12 Boeing 727-100 e 2 Boeing 737-300, além dos 3 Boeing 767-200 recém incorporados.

Em 1987 a empresa encomendou mais 8 Boeing 737-300 e 2 Boeing 767-300ER e transportou 2.987.205 passageiros.

Em 1988 sua frota de Boeings 707 foi reduzida a quatro aeronaves e todas para o transporte de cargas, reduziu para nove seus Boeing 727-100, aumentou para 12 os Boeing 737-300 e permaneceu com os 3 Boeing 767-200. Em 28 de março de 1989 a empresa criou os vôos Guarulhos – Londrina e Boa Vista – Manaus. Neste ano a empresa vendeu seus nove últimos Boeing 727-100. Também neste ano a empresa alugou três Boeing 737-400 para 158 passageiros. A Transbrasil seria uma das primeira empresas a operar o Boeing 757 Cargueiro, pois encomendou a Ansett duas aeronaves, com chegadas previstas para novembro de 89 e novembro de 1990. Esta ação foi planajeda após a queda do Boeing 707 em março de 89 nas proximidades do Aeroporto de Guarulhos, porém, devido a situação econômica do país e da companhia, estas aeronaves nunca chegaram.

Em junho de 1990 a empresa iniciou seus vôos internacionais regulares na rota São Paulo – Rio de Janeiro – Miami – Orlando, com Boeing 767-200 e transportou em seus vôos domésticos aproximadamente 2.600 milhões de passageiros.

Em 1991 inaugurou a linha Brasília – Washington DC, que se estendeu até New York/JFK em outubro de 1992. Sua frota naquele ano era uma das mais novas mundialmente, operando com onze Boeing 737-300, quatro Boeing 737-400, três Boeing 767-200 e dois Boeing 767-300ER. A empresa encomendou seis Boeing 767-300ER com opções para cinco Boeing 777, com recebimentos previstos para o 767 a partir de 1995. Em 92 a empresa chegou a transportar 1.737.761 passageiros com 44% de aproveitamento médio.

Em 1993 sua frota ganhou mais 3 aeronaves Boeing 767-200ER. Um ano após iniciou vôos para Buenos Aires, partindo de Guarulhos com escalas em Curitiba e Porto Alegre com os Boeing 737-300 e Boeing 737-400. Em 94 a empresa transportou 2.800.052 passageiros em suas linhas domésticas e internacionais.

Em 1995 a Transbrasil iniciou seus vôos para Viena, na Áustria, e cancelou a encomenda do Boeing 777. A empresa transportou 3.085.353 passageiros com 47% de aproveitamento.

Em 1996 a empresa transportou 3.028.022 passageiros e internacionalmente voava para Amsterdã, Buenos Aires, Córdoba, Londres, Miami, New York, Orlando, Viena e Washington. A frota da empresa estava composta por 6 Boeing 737-300, 4 Boeing 737-400, 3 Boeing 767-200, 5 Boeing 767-200ER e 3 Boeing 767-300ER.

Em 1997 o número de passageiros foi de 2.899.737 sendo que quase 580 mil foram em viagens internacionais que teve inclusive um novo destino, Lisboa.

Em 1998 a empresa deixou de operar em New York e Washington DC e transportou num todo 2.950.037 passageiros. A frota foi reforçada com a chegada de um novo Boeing 737-300 e a empresa apresentou no mês de outubro uma nova identidade visual.

Em 1999 a Transbrasil transportou em suas linhas internacionais 216.787 passageiros e 2.450.882 suas linhas domésticas. A queda foi sentida devido as grandes concorrências, alta do dolar, redução de destinos internacionais (somente Buenos Aires, Lisboa, Miami e Orlando). A frota estava composta por 9 Boeing 737-300, 4 Boeing 737-400, 3 Boeing 767-200, 2 Boeing 767-200ER e 3 Boeing 767-300ER.

Em maio de 2000 a empresa estabeleceu um acordo com a Tam que permitiu operar os vôos da Ponte Aérea Rio – São Paulo através das aeronaves daquela companhia até o mês de novembro. Os números troxeram alegria no cenário externo (307.492 passageiros) e tristezas internas. com apenas 1.861.898 passageiros transportados.

Em agosto de 2001 a Transbrasil só estava servindo internacionalmente a cidade de Buenos Aires. Parte de seus võos domésticos passaram a ser realizados de Congonhas e não mais de Guarulhos. Sua frota foi reduzida a 6 Boeing 737-300, 3 Boeing 767-200 e 1 Boeing 767-300ER. A Transbrasil no final de 2001 se agarrou nas operações da Interbrasil, tentando gerar volume de passageiros, depois de ter reduzido suas rotas para apenas 13 cidades brasileiras. Como resultado a empresa transportou 186.069 em vôos internacionais e 1.085.900 em vôos domésticos.

Apesar de receber a indenização sobre o congelamento de tarifas, a empresa não empregou o dinheiro para ajustar a empresa e segundo reportagem do Jornal O Estado de São Paulo, Antônio Celso Cipriani, seu Presidente, teria comprado muitas terras nos Estados Unidos da América. O resultado de tudo isso foi a paralização definitiva de uma história em 3 de dezembro de 2001.

Mais recentemente, em 12 de janeiro de 2006, o STF Supremo Tribunal Federal concedeu liminar a empresa devolvendo sua concessão como transportadora aérea.

 
Fundação
1955 – 2001
 
 

[Empresas Aéreas - *Desativadas*] VASPEX – Viação Aérea de São Paulo Express – Brasil

 

No dia 12 de outubro de 1996, taxiou para decolagem na pista 17 direita do Aeroporto de Congonhas o Boeing 727-264AF da Vaspex, prefixo PP-SFC.

Um de nossos colaboradores, Enos Moura Filho, que baseava-se em Recife, avisou-nos da partida de um Boeing 727-200, todo branco, de Recife para Congonhas, com prefixo N171G, o qual pousou em Congonhas no dia 5 de outubro. Com bons contatos dentro da companhia paulista, descobrimos que o Boeing 727-200 estava passando por um processo completo de pintura e decolaria no dia 12 de outubro, por volta das 18 horas local.

Alexandre Barros, então Diretor da Associação APOVOOS e Reinaldo Deckleva, autor da foto acima, dirigiram-se para Congonhas para então realizar este registro fotográfico, que foi a primeira de uma aeronave Vaspex no Brasil, e descobrirem, ao acaso, que esta seria a empresa de cargas da Vasp.

A aeronave juntaria-se a outros dois Boeing 737-200 Cargueiros da Vasp, que meses depois passariam pelo processo de padronização de pintura Vaspex.

Em 1997 a frota contava além dos 2 Boeing 737-200 e dos dois Boeing 727-200, com um Douglas DC-10-30F.

Em 1998 empresa devolveu seu Douglas DC-10-30F e adicionou em 1999 dois Boeing 727-200F, somando um total de quatro desses a frota

Em 2000 a Vaspex devolveu dois Boeing 727-200F que passaram a voar na Varig Log. Até dezembro de 2004 sua frota não sofreu alteração porém o sistema Vaspex deixou de operar quando a Vasp sofreu a cassação de linhas pelo DAC.

 
Web Site
 
Fundação
12/10/1996

[Empresas Aéreas - *Desativadas*] VASP – Viação Aérea de São Paulo – Brasil

 

Em 31 de março de 1934 a VASP recebeu autorização governamental, através do decreto 24.070 para iniciar suas operações, que de fato ocorreram somente em 16 de abril com os vôos de São Paulo (Marte) – Ribeirão Preto – Uberaba e São Paulo (Marte) – São Carlos – Rio Preto. Os aviões foram dois Monospar ST-4 (PP-SPA e PP-SPB). Em novembro a empresa recebeu um bimotor De Havilland 84 Dragon para 8 passageiros. Devido as constantes inundações no Campo de Marte as operações da VASP eram constantemente suspensas por falta de condições de operações daquele aeroporto. No ano de 1935, no dia 10 de março, o controle da companhia passou para o Governo do Estado de São Paulo que passou a fornecer uma subvenção anual que permitiu a VASP aumentar a frota em julho de 1936 com 2 Junkers JU-52-3M (PP-SPD e PP-SPE). Em 5 de agosto de 1936, com os Junkers, a VASP inaugurava a linha São Paulo (Congonhas) – Rio de Janeiro, seis vezes por semana, iniciando uma nova era no transporte aéreo brasileiro. O vôo durava 1h40min e foi reduzido para 1h15 pouco tempo depois. Em 23 de março de 1937 abria linha do Rio para Belo Horizonte. Em julho de 1937 a companhia recebia o terceiro Junkers (PP-SPF) e passava a fazer dois vôos diários entre São Paulo e Rio. Em 1938 a linha São Paulo – Ribeirão Preto foi estendida para Araxá – Uberlândia – Araguari – Ipameri – Pires do Rio – Anápolis e Goiânia. Em 28 de outubro de 1939 a VASP comprou a Aerolloyd Iguassu e assumiu as linhas e frota desta empresa. A rota de Uberaba – Gov.Valadares – Poços de Caldas – São Paulo era inaugurada. Em 30 de novembro a VASP passou a atender a cidade de Florianópolis, via Curitiba, e em 28 de novembro de 1940, Porto Alegre. Naquele ano a rota Rio – Belo Horizonte passou a ser diária e a Rio – São Paulo já tinha cinco vôos diários.

Em 1958 a Vasp comprou cinco Viscount 827 turboélices e alguns anos mais tarde dez Viscount 701.

Em janeiro de 1962 a VASP comprou a empresa Loide Aereo.

Em 1985 a empresa obteve uma média de 66% de aproveitamento com os Airbus A300 debutando nas linhas de Porto Alegre, Recife e Salvador. A empresa chegou a efetuar charters para Aruba, Bariloche e Miami.

Em 1986 sua frota era composta por 3 Airbus A300B2K, 2 Boeing 727-200, 21 Boeing 737-200, 2 Boeing 737-200F e 3 Boeing 737-300.

Os fretamentos para Orlando foram realizados até 31 de janeiro de 1987 com os Airbus A300B2. Neste ano a empresa adicionou mais 3 Boeing 737-300 a frota, totalizando 6 unidades. As novas aeronaves foram empregadas na Ponte Aérea Alternativa, entre São Paulo – Congonhas e Rio de Janeiro – Galeão, pois o Aeroporto Santos Dumont ainda não estava homologado para operações a jato e também inaugurou a linha Rio – Galeão / Campinas.

Em 1988 a empresa obteve 32,3% do mercado doméstico e abriu uma nova rota em 5 de abril, de Guarulhos para Londrina, via Curitiba. No dia 25 de maio outra nova rota de Guarulhos, agora para Vilhena, numa escala do vôo para Belém, via Campo Grande e Cuiabá. Em 25 de junho a empresa voltou a realizar os charters para Orlando, com o Airbus A300.

Em 1989 a empresa deixou de operar para as cidades de Carajás e Tucuruí no Pará. Algumas reduções de frequências, quadro de pessoal, venda de dois Boeing 727-200 e ajustes que fizeram a empresa cair para 29,7% de participação no mercado. No mês de maio de 89 a empresa realizou sua primeira rota internacional regular no dia 19 de maio, no trecho Guarulhos – Manaus – Aruba, com um Boeing 737-300. Neste ano, para substituir os Boeing 727, a Vasp alugou dois Boeing 737-300. A empresa até tentou vender seus Airbus A300, porém o Estado de São Paulo, através de sua Assembléia Legislativa, bloqueou a operação porque fora encaminhada em 28 de junho um processo de privatização da empresa, o que suspendia qualquer operação da empresa no que dizia respeito a venda de ativos.

Em 1990 a empresa fez uma adequação ao mercado, cortou linhas, funcionários e até alugou um de seus Airbus A300 para a Lloyd Aéreo Boliviano, para fazer caixa. No dia 4 de setembro de 1990 a empresa foi privatizada. O Grupo Voe/Canhedo ficou com 60% das ações e o Governo do Estado de São Paulo com 40%. Em 1º de outubro daquele ano Canhedo assumia o controle da Vasp e trazia novas aeronaves para a empresa. A frota deu um salto e estava consolidada um ano após com 3 Airbus A300B2K, 21 Boeing 737-200, 2 Boeing 737-200 Cargueiros, 20 Boeing 737-300, 3 Boeing 737-400, 4 Douglas DC-8-71F e 3 Douglas DC-10-30. A nova administração encomendara também dois McDonnell Douglas MD-11. Aruba passou a ser servida pelo DC-10 no lugar do Boeing 737-300, Buenos Aires com os Boeing 737-300, Los Angeles e San Francisco com DC-10-30. Esta grande investida marcou negativamente a imagem do empresário Wagner Canhedo no mercado, fato que logo irão ler.

Em julho de 1992 a empresa começou a voar para Seoul, na Coréia do Sul, e Bruxelas, na Bélgica, com seus McDonnell Douglas MD-11. As aeronaves Douglas DC-8-71F estavam operando na rota para Miami, exclusivamente com carga. Em 92 a empresa alugou um Boeing 707-321C para carga, devolveu um Douglas DC-8 e quatro Boeing 737-300. M

Em 1993 sua frota sofreu um revés fortíssimo, pois o atraso no pagamento de aluguel das aeronaves fez com que o arrendador retomasse judicialmente 14 Boeing 737-300, 3 Boeing 737-400, 3 Douglas DC-8-71F e 3 Douglas DC-10-30, ficando a frota reduzida a 3 Airbus A300B2K, 2 Boeing 707-321CF, 16 Boeing 737-200, 2 Boeing 737-200F, 2 Boeing 737-300 e 2 McDonnell Douglas MD-11.

Em 1994 recebeu mais duas aeronaves McDonnell Douglas MD-11 e devolveu um Boeing 707 Cargueiro. Naquele ano transportou 2.897.000 passageiros com uma média de aproveitamento em 58% e passou a voar para Miami e New York.

Em 1995 a Vasp iniciou vôos para Barcelona, Toronto e Zurich com os McDonnell Douglas MD-11. A Vasp adquiriu o controle da empresa TAN, da Argentina, baseada em Neuquen, da Ecuatoriana de Aviacion e também 49% da Lloyd Aéreo Boliviano.

Em 1996 a empresa expandia sua malha internacional com vôos para Atenas, Casablanca, Frankfurt e Osaka, no Japão. Um novo MD-11 entraria para a frota e a Vasp criaria a Vaspex, empresa de entrega expressa de carga.

Em 1997 a empresa transportaria ainda mais, chegava aos 4.552.871 passageiros. Um ano após a empresa assinava acordos de code-share com a Sabena e a Continental Airlines, além de inaugurar uma rota de Guarulhos para Ribeirão Preto e São José do Rio Preto. Foi um ano muito positivo para a companhia com 5.377.777 passageiros embarcados.

Em 1999 a Vasp tivera uma grande queda em seu movimento internacional e transportou somente 886.420 passageiros mais 3.303.981 em vôos domésticos, este também com queda de quase 20%. Sua frota estava composta por 3 Airbus A300B2, 21 Boeing 737-200, 7 Boeing 737-300 e 8 McDonnell Douglas MD-11.

Em 2000 devolveu três Boeing 737-300 e todos os McDonnell Douglas MD-11 em maio por alta nas taxas da moeda americana e consequentemente deixou de voar para o exterior.

Em 2001 passou a ter foco exclusivamente no cenário doméstico. Em 2002, já sofrendo concorrência por parte da Gol, os números baixaram para 3.357.705 passageiros embarcados.

Em 2003 a empresa passou para o quarto lugar entre as empresas nacionais, atrás de Tam, Varig e Gol.

Em 2004, seu último ano de operação, transportou 2.454.275 passageiros com uma queda de 19,2% no volume transportado comparados os anos de 2004 e 2003. Neste período sua demanda(RPK) caiu 19,7%. Já tinha deixado de voar para 7 cidades brasileiras quando o DAC impediu a empresa de voar com alguns de seus Boeing 737-200.

Em 10 de março de 2005 a VASP sofreu intervenção, a pedido do Ministério Público do Trabalho do Estado de S.Paulo, do Sindicato Nacional dos Aeroviários e do Sindicato Nacional dos Aeronautas. Em junho o passivo da empresa era de R$ 3,3 bilhões de reais. O plano de recuperação da VASP, ao qual tivemos acesso, mostra que a empresa pretende operar novamente como uma Low Fare, nos moldes atuais da Gol Linhas Aéreas, caso seja aprovado seu plano. O documento também informa que seus administradores atuais (Canhedo) não terão qualquer poder sobre os fundos que estarão sendo constituídos pela VASP. Deverão ser disponibilizados para arrendamento 2 Boeing 737-200 e 1 Boeing 737-300, assim como outros ativos. A VASP buscará trabalhar com hubs, que permitam redução de custos operacionais. A VASP necessita hoje de US$ 500 mil dolares para colocar em operação, devidamente revisados, 2 Boeing 727-200 e 1 Boeing 737-200 no setor de cargas.

Em janeiro de 2006 seu setor de manutenção voltou a operar, dentro dos prazos previstos no cronograma de recuperação da empresa. Segundo o documento, no mês de março, deverão retomar as operações com os cargueiros mencionados. O plano foi elaborado por uma consultoria, que tem a frente o ex-ministro Maílson da Nóbrega e um escritório de advocacia.

Até novembro de 2006 a VASP já tinha atendido em seu Centro de Manutenção, em Congonhas, aeronaves da Air Brasil, BRA e Skymaster. A empresa ainda planeja voltar a voar.

 
Web Site
http://www.vasp.com.br
Fundação
04/11/1933

[Empresas Aéreas] Air Brasil Linhas Aéreas -Brasil

airbrasil
 
Desde 2006 a empresa já possui a aeronave Boeing 727-200 pintada nas cores da companhia.Esperava-se ainda para o ano passado a chegada de outro Boeing 727-200 e um Airbus A300B4 Cargueiro, além, é claro, do início das operações regulares. 

O foco da companhia será a operação de carga em território nacional. Suas aeronaves passaram por checks nas oficinas da VASP em Congonhas (SP).

 
Web Site
http://www.voeairbrasil.com.br
Fundação
2006 

Frota Atual 01 Boeing 727-227F. Descrição do Modelo: PR-AIB – Boeing 727-227F

[Empresas Aéreas] MTA – Master Top Airlines – Brasil

md11 mta 

Iniciou operações no mês de maio de 2006 com um Douglas DC-10-30F na rota Guarulhos – Manaus e Campinas – Manaus, cinco vezes por semana.
Atualmente opera também charters para Miami enquanto aguarda aprovação governamental.
Sua frota deverá receber outro DC-10F em 2007 e mais cinco aeronaves de grande e médio porte em 2008.

 
Web Site
http://www.mt-airlines.com
Fundação
Maio de 2006 

Frota Atual
01 Douglas DC-10-30F prefixo PP-MTA e encomendado 01 Douglas DC-10-30F prefixo PP-MTC
Cidades Servidas
Buenos Aires, Campinas, Manaus, Miami, São Paulo (GRU)

[Empresas Aéreas] – Beta Cargo – Brazilian Express Transportes Aéreos – Brasil

dc8 beta 

A Beta Cargo foi fundada em Março de 1994 e iniciou suas operações em maio de 1996 através da fusão das empresas Brasair e CMI, especializada em manutenção. Começou operando na rota Guarulhos – Manaus, com um Boeing 707-321CF, ex-Brasair, e um ano após recebeu sua segunda aeronave, vinda da Aerobrasil.

Em 1998 a empresa já contava com 4 Boeing 707 na frota e voava para Manaus, Porto Velho, Cruzeiro do Sul, Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Guarulhos e Porto Alegre.
Com a saída da VASP da Rede Postal Noturna em 2000, a Beta passou a atender os vôos da RPN nas cidades de Recife – Salvador – Guarulhos e Porto Alegre com seus Boeing 707.
A aeronave PP-BSE é a aeronave com maior número de horas de vôos no mundo, com mais de 107.000 horas realizadas. Esta aeronave voou na Transbrasil com o prefixo PT-TCM.

 
Web Site
http://www.betacargo.com.br
Fundação
Março de 1994
Controle
Grupo Beta 

Frota Atual
01 Boeing 707-323C e 04 Douglas DC-8-73CF. Descrição das Aeronaves: PP-BRG – Boeing 707-323C, PP-BEL – Douglas DC- 8-73CF, PP-BEM – Douglas DC- 8-73CF, PP-BET – Douglas DC- 8-73CF e PP-BEX – Douglas DC- 8-73CF
Cidades Servidas
Brasília, Campinas, Manaus, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo (GRU)